A Câmara de Vila do Conde reduziu em 50% as rendas em lojas municipais e as taxas de esplanadas e dos lugares de mercados e feiras até 30 de junho de 2021.

O programa “Estamos Aqui”, criado, em março, aquando do início da pandemia, foi, agora, reforçado com novas medidas de apoios socioeconómicos a munícipes, comerciantes e instituições locais. O Fundo de Emergência Social tem, agora, uma dotação de 250 mil euros (em vez dos 150 mil) e vê prolongadas, até junho de 2021, as medidas excecionais já em vigor, de forma a acudir a todos os que possam ter sido afetados “pela crise da pandemia”.

Numa articulação com os parceiros da rede social, explica ainda a autarquia, continuará a distribuição de refeições e cabazes por todo o concelho. Para mobiliário, vestuário e calçado, a Loja Social, na praça José Régio, continua aberta a quem mais precisa. A tarifa social da água comparticipa o consumo até 15 m3 e, para medicação para doenças crónicas, há o “Programa Abem: Rede Solidária do Medicamento”. A autarquia explica que tem ainda disponível apoio às famílias para a renegociação de créditos.

Para os Bombeiros seguiram mais dois mil litros de gasóleo e para a Cruz Vermelha mais mil.

Nos espaços culturais, a presidente de Câmara, Elisa Ferraz, promete dar lugar aos agentes locais e, para ajudar o comércio local, em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Vila do Conde, haverá uma campanha a apelar à vivência da quadra natalícia no concelho.