Notícias 30/08/2018

Esta 5ª feira, dia 30, destacamos nas Notícias:

|| A Biblioteca Municipal da Maia vai receber, nos dias 1 e 7 de setembro, a Comunidade de Leitores.

“A Ler Ponto” é o tema da 6ª edição da Comunidade de Leitores que, privilegia a literatura no feminino, escrita por autoras nacionais e estrangeiras, num esforço de as resgatar do esquecimento e de as colocar na rota do leitor.

A discussão do livro “O quarto da mãe” de Sérgio Mendes, vai ter lugar no dia 1 às 18h e no dia 7 às 21h.

A 6ª edição da Comunidade de Leitores é promovida pela Biblioteca Municipal da Maia, tem como alvo o público juvenil e adulto, vai ser dinamizado por Joaquim Jorge Moreira da Silva e tem entrada gratuita.

| Para o novo ano letivo, as escolas têm novas regras para as matrículas.

Combater a fraude das moradas falsas era um dos principais objetivos do Ministério da Educação.

A medida já está a ser cumprida em algumas das principais escolas das áreas de Lisboa e do Porto, zonas onde o problema das moradas falsas mais se fez sentir.

Em abril deste ano, o Governo decidiu alterar as regras de inscrição dos alunos.

O despacho, publicado a 12 de abril, alterou os critérios de prioridade nos acessos às escolas, sendo que os encarregados de educação têm de ser as pessoas com quem as crianças efetivamente vivem, de acordo com o agregado familiar comunicado ao fisco.

Na mesma altura, mudaram também os critérios de acesso às escolas: ainda que a proximidade à morada de casa ou do local de trabalho dos encarregados de educação se tenha mantido como o principal, o facto de um aluno estar abrangido pela Ação Social Escolar é um fator de desempate.

Segundo um levantamento feito pela Inspeção-Geral da Educação e Ciência, no ano passado, terão ficado de fora mais de 40 crianças que moravam perto da escola e se tinham inscrito no pré-escolar e no 1.º ano de escolaridade.

Segundo o jornal Público, este ano, as mesmas escolas terão abrangido todas as crianças residentes na área que se inscreveram no pré-escolar e no 1.º ano de escolaridade.

Apesar da apresentação de moradas falsas ser há muito conhecida como um meio para garantir um lugar nas escolas, a polémica só estalou no ano passado, após vários protestos de pais que viram os seus filhos ficarem sem vaga.

A estas denúncias juntaram-se outras queixas e na sequência destes protestos o Ministério da Educação decidiu agir, com alterações nas regras a que estavam sujeitas as matrículas.

|| Esta e outras notícias também em Maia Primeira Mão