Chuva - imagem DR

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê-se para o dia de hoje (18) precipitação por vezes forte, acompanhada de trovoada, especialmente a partir da tarde.

O alerta da Proteção Civil à população refere que “também não será de excluir a existência de ventos extremos, que serão muito localizados. A intensificação do vento poderá contar com rajadas até 75km/h nas regiões do Centro e Sul, com destaque para a região Sul, sendo até 85km/h nas terras altas, durante a tarde e a noite”.

Existe a possibilidade de inundações em lugares que sejam historicamente vulneráveis.

Efeitos Expectáveis:

– Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;

– Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;

– Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;

– Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;

– Danos em estruturas montadas ou suspensas;

– Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;

– Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;

– Possíveis acidentes na orla costeira;

Medidas preventivas a implementar nas próximas 48 horas

A ANEPC relembra que o eventual impacto destes efeitos poderá ser minimizado, principalmente através da adoção de comportamentos adequados, especialmente em zonas historicamente mais vulneráveis, recomenda-se a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

– Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;

– Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

– Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

– Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;

– Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;

– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.