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O PEV – Partido Ecologista os Verdes quer explicações sobre as medidas tomadas em relação ao surto de legionella. Lembra que passaram nove dias do conhecimento público do primeiro caso de infeção por legionella em Vila do Conde e “a abordagem a este surto tem-se pautado pela falta de transparência, de rigor e até da pedagogia na informação tornada pública nesta matéria que está a gerar grande insegurança junto da população de Vila do Conde e dos concelhos limítrofes”.

Os Verdes querem que o Ministério do Ambiente e da Ação Climática possa prestar esclarecimentos como quantas empresas existentes na área afetada pelo surto dispõem de torres de refrigeração; quais as empresas, que dispondo de torres de refrigeração ou de outros equipamentos passíveis de constituir fonte de contaminação por legionella, estão a ser alvo de estudo, inspeção e/ou solicitação do registo de autocontrolo de emissões, desde o momento em que são conhecidos das autoridades de saúde os primeiros casos de legionella em Vila do Conde que surgem no final de outubro.

Perguntam ainda, sobre os últimos dois anos, em que datas foram feitas ações inspetivas ambientais (regulares e extraordinárias), na área identificada pelo surto, a torres de refrigeração existentes em empresas e organismos detentores de licença ambiental e que conclusões foram tiradas e querem saber quantos inspetores se encontram exclusivamente dedicados à inspeção ambiental na área norte do país.
Por último querem saber o motivo pelo qual as autoridades de saúde, em articulação com MAAC, não tenham determinado, até à data, a suspensão da atividade das torres de refrigeração, balneários e piscinas na área afetada de modo a agir preventivamente face a esta possível fonte de infeção.