Notícias 29/08/2018

Esta 4ª feira, dia 29, destacamos nas Notícias:

|| O único festival exclusivamente dedicado ao teatro cómico que se realiza em Portugal está de regresso à cidade da Maia.

Está agendado para os dias 5 a 14 de outubro o 23º Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia.

Recorde-se que, a primeira edição do festival se realizou em 1994 e a partir de 1996 passou a ser anual.

A edição de 2018 realiza-se na primeira quinzena de outubro, no Fórum da Maia e espaços adjacentes.

O Festival é uma iniciativa da Câmara Municipal da Maia com direção artística e produção do Teatro Art’Imagem.

Diariamente, durante 10 dias há animação de rua, espetáculos no Grande Auditório, com capacidade para 700 lugares, e Café-Teatro, para 150 pessoas.

Ao fim de semana há espetáculos dirigidos às crianças.

O teatro cómico é apresentado em todas as suas dimensões e disciplinas: a comédia, o teatro de rua, a mímica, a animação, stand-up comedy, musical, o novo circo, marionetas e fantoches, café-teatro, o clown e traz à cidade da Maia de 25 a 30 companhias, para mais de 10 mil espetadores.

No Festival, além de companhias portuguesas, já participaram companhias vindos de países como a Espanha (nomeadamente Galiza, Madrid, Catalunha, Leão e País Basco), França, República Checa, Itália, Bélgica, Suíça, Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, Argentina, Brasil, Cabo Verde, Alemanha, e Austrália.

| 56 lares de idosos, todos eles em situação considerada ilegal, foram encerrados no decorrer deste ano, seis deles de forma urgente devido ao perigo iminente para a segurança e saúde dos utentes. Gondomar, Vila Nova de Gaia, Maia, Porto e Murtosa são os concelhos com a maior presença de lares de idosos ilegais.

Segundo a notícia avançada esta terça-feira pelo Jornal de Notícias, os números agora conhecidos são semelhantes aos registados em 2015 e 2016 mas assinalam uma ligeira descida face ao ano passado, o que também pode ser explicado pela redução das ações de fiscalização.

Em 2017 foram encerrados em Portugal 133 lares de idosos, sendo que 97% estava em situação ilegal, e foram levadas a cabo 563 fiscalizações; até 30 de julho de 2018, para lá dos 56 lares ilegais já fechados, já foram efetuadas 297 ações de fiscalização.

Todos os encerramentos efetuados pelo Instituto da Segurança Social estão relacionados com “falta de condições, a nível de falta de licenciamento, falta de recursos humanos, instalações inadequadas, prestação de serviços aos utentes inadequada ou situações que coloquem em risco a saúde/bem-estar dos utentes”, de acordo com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social ao Jornal de Notícias.

A menor periodicidade das fiscalizações pode ser explicada, segundo o ministério liderado por Vieira da Silva, pelas “alterações de procedimentos de controlo”, que tornaram estas ações “mais complexas e morosas”. Ainda assim, e a confirmar-se a tendência crescente verificada em 2018, o mais provável é que até ao final do ano os números de 2015 (92 lares encerrados) e 2016 (88 lares encerrados) sejam igualados ou ultrapassados.

Gondomar e Vila Nova de Gaia lideram a lista, com quatro lares ilegais encerrados em cada um dos concelhos. Gaia é mesmo a zona do país onde este fenómeno é verificado de forma mais frequente: em 2017, o concelho já tinha liderado em matéria de encerramentos, com oito lares de idosos fechados devido a irregularidades.

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