imagem Tânia Ramos CMM

A tomada de posse dos novos corpos sociais da Associação Jurídica da Maia contou com a presença do presidente da Câmara Municipal da Maia, António Silva Tiago, convidado para o ato solene.

Esta tomada de posse decorre da eleição do passado dia 18 de setembro, aquando da realização de uma Assembleia Geral Extraordinária, que reconduziu como presidente João Ferreira Pinto, sendo a nova direção composta por apenas cinco elementos, reflexo da recente alteração estatutária.

No ano em que se comemoram os 20 anos de existência da Associação, o seu presidente não quis deixar de lembrar a memória do sócio fundador, o castelense Fernando Araújo Barros, Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça.

“Nunca é demais recordar que a iniciativa da sua constituição, o seu impulsionador foi o Conselheiro Araújo Barros, que infelizmente não se encontra fisicamente entre nós, mas que de certeza, esteja onde estiver, nunca deixará de estar connosco ajudando-nos, com a sua bonomia, a ultrapassar todas as dificuldades que tivemos e viremos a ter. Para ele a nossa eterna gratidão.”

Da mesma forma, o presidente da Associação Jurídica da Maia, não quis deixar de manifestar o seu reconhecimento e agradecimento público ao recentemente falecido associado, o procurador geral adjunto, Gonçalo Eleutério Silva “pela sua dedicação, trabalho e empenho na vida da Associação”.

Ferreira Pinto fez ainda um apelo aos associados para que se continuem a empenhar na elaboração da revista “MaiaJurídica”, publicação prestigiada que a Associação quer continuar a promover, tendo a ambição de, a par com a edição em papel, vir a editar uma versão online.

Após os agradecimentos à Câmara Municipal da Maia e ao Instituto Universitário da Maia pelo apoio concedido à Associação Jurídica da Maia, terminou dizendo “este será o meu último mandato como presidente da Associação Jurídica da Maia pois é necessário dar o lugar a outras pessoas com novas ideias e com novos horizontes, uma vez que é com a renovação e que se aumenta a criatividade e se dá nova vida às instituições, caso contrário existe o perigo da estagnação e da letargia”.

(Notícia publicada em Maia Primeira Mão)