Mesmo que Adão e Eva tivessem existido de verdade, o tal fruto proibido do paraíso não poderia ter sido uma maçã. Afinal, a popular fruta que conhecemos hoje é resultado de uma domesticação realizada muito tempo depois da “criação do mundo”.
E se hoje temos fartura desse alimento nos supermercados e feiras livres, é graças à Rota da Seda – caminhos de mercadores na antiguidade, comprando e vendendo produtos de um ponto a outro, entre o extremo leste da Ásia e a Europa. Esse comércio, o primeiro movimento de globalização da humanidade, foi iniciado há cerca de 4,5 mil anos

Pois, de acordo com um estudo desenvolvido pelo Instituto Max Planck, da Alemanha, e publicado em maio pelo periódico Frontiers in Plant Science, foi nesse período que a maçã deixou de ser uma frutinha pequena, selvagem e pouco atraente para, por meio de processos de enxertos e seleção das árvores cujos frutos eram mais graúdos e apetitosos, se transformarem em uma das frutas mais populares do mundo.

(Fonte: MSN)