Câmara da Maia

O Município da Maia é o que apresenta a maior independência financeira do conjunto dos 86 concelhos do Norte do país, indica um estudo da CCDRN.

Um estudo agora publicado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) demonstra que a Maia tem um indicador de independência financeira de 72 %, mais elevado do que o da segunda maior cidade do país, o Porto, que apresenta 69 %. Os dois municípios que lhes seguem têm quase menos 10 pontos percentuais do que a Maia. Castelo de Paiva e Vila Nova de Gaia apresentam um valor de 63 %.

O indicador de independência financeira apresenta o rácio entre as receitas próprias e as receitas totais, que incluem as transferências para os municípios e o passivo financeiro. O estudo incide sobre o orçamento de 2020 dos municípios.
Em simultâneo, a Maia faz parte do conjunto de municípios que menos depende das transferências, com um grau de dependência de 28 %, apenas ultrapassado pelo Porto (18%). O Município da Maia é ainda, o segundo concelho que menos depende das receitas do Fundo de Equilíbrio Financeiro.

António Silva Tiago, presidente do executivo maiato, afirma que este estudo “demonstra a vitalidade financeira do município da Maia e o cuidado tido por este executivo na gestão dos dinheiros públicos. Existe rigor nas contas, mas não deixamos de investir nas pessoas e nas infraestruturas”.

Para o presidente da Câmara Municipal da Maia, “este tem sido um mandato em que consolidamos as contas municipais, nomeadamente ao resolvermos as mais importantes dívidas histórias, ao mesmo tempo que fazemos um forte investimento no território e aumentamos as funções sociais da Câmara”.

O autarca sublinha que “só com esta saúde financeira do Município foi possível darmos uma resposta tão pronta e efetiva desde a primeira hora no combate à pandemia e na mitigação dos seus efeitos sociais e económicos. Só assim foi possível, por exemplo, dotarmos com 1 milhão de euros o fundo municipal de emergência e avançarmos com um programa extraordinário de apoio às empresas e proteção do emprego no valor de 1,2 milhões de euros.

O estudo da CCDRN pode ser consultado aqui.

(Notícia em Maia Primeira Mão)